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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Bukkake: Cum in my face (aquele banho de Cleópatra)

Bukkake é um fetiche de muitas pessoas, a maioria delas não chega a realizar tal, pois é necessário uma equipe para que o bukkake ocorra. Sim! Uma equipe, pois com menos de 3 homens para ejacular na cara de uma única pessoa não é considerado bukkake, precisa-se de  ao menos 3 homens, pra porra ficar séria.
A técnica japonesa é muito usada pela indústria pornô atual, em filmes de gang bang, ou sexo grupal em geral. Talvez a grande procura por filmes do gênero tenha uma parcela de culpa pelo fetiche generalizado nas veadas e em algumas mulheres também.

Fico em dúvida sobre a procedência da informação de que o Bukkake é de origem japonesa, já que Cleópatra conservava a juventude e a boa cútis em uma banheira de leite de touro ( dizem que ela chupava um paredão de servos para tal finalidade e seu de-LEI-TE).





Bukkake é um banho, um banho de porra, em suma, vários homens ejaculando em um só corpo.  A dica Meretricem para quem quer se arriscar nessa é: Nunca, em hipótese alguma abra os olhos, porra nos olhos arde demais, de resto é só relaxar . Bom banho crianças.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Egg pleasure ( prazer em ovos?)

hoje vou relatar um conto nada erótico, envolvendo ovos e uma suspeita despedida de solteiro.


Ainda não encontrei com efeito uma palavra para representar "O homem que gozava em ovos". Fica mais fácil compreender, se eu expor o dia em que sai do bar, deixando sentados ali os meus amigos, para me aventurar em uma foda que talvez (ou com certeza)tenha sido a mais louca da minha vida.
Aconteceu o seguinte, o cara em questão me falou que gostaria de uma despedida de solteiro, já que ele assumiria um contrato matrimonial em poucas semanas. O que eu não imaginava é que o sujeito pretendia fazer dessa despedida um ritual infantilizado com direito à merengue e ovos! Eu havia aceitado comemorar tal despedida, mas não sabia que teria que quebrar 48 ovos nele.
Não faço segredo à minha inclinação à novas experiências, e não é da minha alçada reprimir as vontades sexuais dos meus parceiros, então me esforcei para que sua despedida de solteiro fosse como planejada.
Me ocorreu de relatar essa experiência, durante a leitura de " A história do olho" um conto de George Bataille, bastante violento e escancarando, no maior estilo Sade. No conto uma das personagens (Simone) desenvolve a mania de quebrar ovos com o cu, durante as contrações anais causadas pelo orgasmo, após introduzir os ovos no orifício. Os ovos no cu eram o motivo do orgasmo.
Não sei se o Edu ( estava evitando revelar o nome) leu o conto, ou se pegou essa referência de outro lugar, mas para mim foi inevitável relacionar ele à personagem Simone.
O Edu havia me explicado: " é uma tradição entre os meus chegados na infância e na adolescência, quebrar ovos uns nos outros, seja lá qual for a ocasião". Não sei se deveria acreditar, mas deixo para nós o benefício da dúvida.
Voltando ao ocorrido, ele escolheu um quarto de motel com banheira, propositalmente, eu só tomei consciência de que não era 1 ovo e sim 2 cartelas, quando ele abriu o porta malas, já na garagem do motel.
Eu achei estranho, mas enfim, achei que era melhor par ele faltar do que sobrar. Calado subi ao quarto e começamos a nos esfregar, bem não vou narrar o sexo, pois não se trata de um conto erótico. O fato é que depois do sexo oral ele me convidou para ir ao banheiro, achei que ia rolar um sexo na banheira ou um golden shower, aham! Sabe de nada inocente. O Edu entrou na banheira e me disse para pegar os ovos, pediu então para que eu os rachasse antes de quebra-los totalmente no seu corpo. Como eu disse, não reprimi suas vontades, quebrei 24 ovos nele, já estava ficando chato, ai ele disse acho melhor usar o merengue! Hahahahahahaha! Ai gente! Eu perguntei se ele queria virar um bolo.
Após quebrar mais ou menos outros 10 ovos, notei que a masturbação dele estava frenética, e de repente, boom! Explode em meio aquela melequeira de ovos na banheira, jorros de porra. Eu fiquei indignado, sem reação, achei que aquilo era um divertimento ( um pouco excessivo) e não o motivo de prazer dele.
Daí, hoje ele me chamou por skype e eu perguntei como andava o casamento( pois desde aquele dia não mais me interessei em sair com ele). Ele me disse que, bem... Queria relembrar a nossa farra.
Bitch please! Preciso que alguém me explique dessa vez, por que para os ovos eu não tenho uma explicação.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Rainbow Shower ( Mc Donald's)



Quem é mais depravadinho já sabe o que significam termos como Golden shower e Brown Shower, mas Rainbow shower nem eu mesmo conhecia essa informação, fiquei indignado (HAHAHAHA), depois fui averiguar.
O Rainbow shower é uma prática de dominação onde a chuva em questão é uma junção do mijo e também da menstruação da sujeita dominante. Na verdade não é bem um arco-íris, pois têm apenas duas cores, as cores do MC Donald’s.
O Rainbow shower é menos frequentemente praticado, já que as mulheres tem data para conceber a segunda cor. 





Em quanto muitas sempre ficam na eterna espera de que esse momento blood passe, outras aguardam ansiosamente por ele.
PS: achei que a imagem daria uma amenizada na informação. Beijinhos.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Parafílicos ( prazer além da cópula)

Minha visão sobre coisas que para a maioria das pessoas seriam tratadas com desprezo, carrega sempre uma certa compaixão e empatia, pessoas parafílicas são pessoas que encontram seu prazer além do cópula, salvo casos extremos, não acho que devam ser castradas para se adequar à um sexo "saudável".

O termo clínico parafilia designa comportamentos sexuais que normalmente não estão relacionados a cópula, de maneira que pode levar ao coito na realização dessa conduta, ou as vezes é apenas um prazer psicológico, no texto anterior falei sobre Autoginecofilia, que é considerado hoje uma parafilia. A parafilia geralmente conota um comportamento sexual “anormal” como a podolatria , que apesar de ser por muitos considerado um fetiche, é considerada também uma prática parafilica, mas não enxergo de que maneira seria uma anormalidade, até por que adoro ter meu pé muito bem salivado durante a prática sexual, é um ponto do corpo que é extremamente sensível, e não existem motivos para não participar da brincadeira (rs).

Gente parafílica existe aos montes, se levarmos em consideração a maneira como o termo clínico é tratado, pois todos nós encontramos prazer sexual fora da cópula, seja por partes do corpo, objetos que tem uma conotação sexual para nós, a questão é que a parafilia é um termo que em sua cerne não é bem definido, é um conceito vago que muda de acordo com os valores sociais do seu tempo histórico.

Práticas sexuais das mais “comuns” hoje, já foram consideradas parafilias, como por exemplo a masturbação e o sexo anal, hoje ainda temos práticas que são consideradas parafilias e que na verdade são tão instintivas para mim, que realmente sei lá, mas claro que eu não sou nem um exemplo normativo sexualmente falando. Em um dizer muito vulgar, considera-se parafilia as práticas sexuais que “atrapalham” uma vida sexual “saudável” e “normal”, ou seja o coito pinto xoxota.


Vale lembrar que o conceito de parafilia só é realmente aplicado quando a particularidade sexual é exclusiva, não permitindo que outras maneiras de se ter prazer sexual sejam exercidas, no entanto a maioria dos "parafilícos" possuem muito mais que uma exclusiva (uffa!), sendo então consideradas sexualmente "normais", mas esse não deixa de ser o termo usado para conotar de uma maneira menos moralista o que antes foi considerado perversão sexual. 

Aqui fica uma Cine dica do filme mais parafílico que eu já vi, é baseado nas histórias do Marquês de Sade (que com certeza não via nada de errado em suas práticas), que além de ser adepto de diversas perversões na sua vida sexual, escreveu contos que as vezes penso serem autobiográficos.

Saló: Os 120 dias de Sodoma, ou escola da libertinagem de Pier Paolo Pasolini (1975), é quase que uma compilação das “melhores” histórias de Sade, conhecido como um dos filmes mais perturbadores (pelos coxas), pelas imagens fortes e pelo enredo rico em libertinagem.

Vale muito apena assistir, o link abaixo está completo e com legenda em português.




Bom Filme! ;)

Autoginecofilia (Vulgo homem lésbico)

Autoginecofilia, esse é talvez o assunto mais controverso para as Transex , de maneira que se trata de um termo clínico para designar a condição de um homem parafílico onde a fonte predominante de prazer é obtida no ato de ser uma mulher, para sentir-se dentro de uma (Oi?).  Os MTF Transexuais ( Male to Female) foram divididos em dois grupos principais por Blanchard, os transexuais homosexuais que segundo Blanchard buscam a readequação de sexual (de gênero) pelo desejo sexual por homens, o que para mim é realmente uma questão de gênero já que não consigo enxergar como uma parafilia, tendo em vista que uma mulher que deseja se libertar de uma prisão masculina, afim de poder ter o direito de ser quem nasceu para ser, não pode ter toda a sua filosofia de vida reduzida à um impulso sexual, diferentemente dos transexuais autoginecofílicos  que segundo Blanchard tem como objeto de desejo sua própria existência como mulher, esse sim procura vivenciar a sua condição como mulher em busca do prazer de estar dentro de uma mulher, a pira do cara é exatamente essa ser ele próprio a mulher.
Eu tenho um grande numero de procura de homens que sentem extremo prazer em serem tratados como uma, desconheço o nome clínico para essa condição, mas o fato é que a autoginecofília é o extremo desse “fetiche” , não gosto de tratar a transexualidade como como uma prática sexual “anormal” ,é assim que vejo o termo autoginecofilia, já que se trata de uma parafilia e hoje existe uma separação entre práticas sexuais “normais” e práticas parafilicas que são dadas como “anormais”.
Quando disse que as minhas colegas Transexuais se sentem constrangidas pelo termo autoginecofílicos, não é somente por enquadra-las  como pessoas parafílicas e fetichistas, mas sim pela sua conotação exclusivamente sexual, e ainda mais por dizer que essa prática é para suprir à instintos masculinos, retirando-as novamente de sua condição como mulher.
Sobre a transexualidade e o direito de ser realmente quem você é, vai um filme fabuloso, de estética magnífica. Lawrence Anyways romance do prodígio Xavier Dolan, conta a história de Lawrence um professor universitário de literatura, que rompe com os portões da prisão onde viveu, o seu corpo de homem, e tem que lidar com  os problemas que isso acarreta com sua namorada de 2 anos e que fica sempre em cima do muro no trato com a situação, não sabendo se ama Lawrence o suficiente para suportar as pressões da sociedade e de seu próprio ego e dogmas.

O filme se passa na década de 90, e conta com a trilha badaladíssima de The cure, Visage e Duran Duran, eu assisti repetidas vezes e cada vez ele me trás sentimentos diferentes, vale apostar.



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Golden Shower!

O que é um Golden Shower afinal?

Golden Shower é uma chuva dourada como o próprio nome já diz, é uma prática sexual geralmente tratada como bizarra, mas na verdade o mundo inteiro pede mijo. Ao contrário do que se pensa muitas pessoas realizam esse fetiche, e a mesma quantidade não o admite como algo que dá prazer.
Eu tenho milhões de histórias pra contar sobre essa prática mas vou me dedicar exclusivamente a falar do diretor de escola e professor formado pela PUC SP, cujo nome dessa vez vou deixar na encolha.

O combinado havia sido realmente fazer um golden, porém sobre essas coisas a gente não tem controle, e o cara não abria mão de levar uma mijada. Nessa situação devemos tomar algumas precauções antes de prometer mijar em alguém, então eu tive um insite, toda vez que nós homens gozamos, automaticamente temos uma vontade súbita de ir ao banheiro, então foi isso que eu fiz, comi ele, gozei da maneira que ele me pediu e depois pude fazer o golden. Foi incrível a quantidade de mijo que ele tomou, lembro-me que ele quase estava pedindo pra eu parar pois ele estava engasgando(rs), mas para que você não passe por esse sufoco aqui vão algumas dicas para quem quiser se aventurar nesse banho quente e dourado. Vamos lá?




Dica numero 1:
Convide o seu parceiro para uma cerveja.
Como todos sabemos uma cervejinha sempre dá aquela mijadeira, se for o caso prefira tomar essa cerveja no local onde se pretende fazer o empreendimento. Provavelmente você terá um resultado como o da imagem.

Dica numero 2:
Prefira tomar mijo ou dar mijo no banheiro, por que o estrago é grande, e sua cama seu travasseiro ou seu tapete ficarão com um cheiro eterno de urina, o que pode vir a ser uma recordação não muito agradável do ato.
Dica numero 3:
Certifique-se de estar com tesão para das ou receber essa oferenda, por que vamos combinar, nada que a gente faça sem tesão será gostoso. Esteja seguro disso e arrase!

Dica numero 4

Essa vem do coração! certifique-se de que quem for te dar mijo não esteja com infecção urinária, por que de verdade, o cheiro e o gosto não serão agradáveis (nojinho).
Não faça desse ato que pode ser extremamente prazeroso uma zueira incrível.



Sério pode ser muito melhor que isso!


terça-feira, 8 de abril de 2014

Visita ao Psiquiatra ( vulgo cadela)

Aos 14 anos eu conheci uma linda garota, sim, uma linda e doce garota!
Bem, ela foi minha primeira namorada, iniciamos nossas vidas sexuais juntos. Lembro-me nitidamente de uma transa específica, onde no ato, já posicionada de quatro sobre a cama ela se olhou no espelho e disse para si mesma: Fica de quatro sua cadela (?). Foi muito repentino, confesso que achei engraçado, mas também achei genial a maneira como se colocaram as palavras, para dizer a verdade essas palavras mágicas que posteriormente me seriam muito úteis.
Foi após me tornar garoto de programa que me recordei dessa singela frase “fica de quatro cadela”, e percebi o quão impactantes essas palavras podem ser para algumas pessoas.
Vou falar especificamente do meu cliente psiquiatra que é a cara do Gugu Liberato, o psiquiatra cadela é como o chamo carinhosamente, me procurou a fim de propor uma relação de dominação, onde eu seria seu dono e ele minha cadela, e obviamente eu aceitei.
Na nossa primeira sessão eu me lembrei das palavras mágicas e foi assim que o psiquiatra se tornou minha cadela. Fica de quatro cadela! Foi dessa maneira que eu me apresentei, assim que ele abriu a porta do consultório.
O mais engraçado é que ele obedeceu, na porta do consultório ele se pôs de quatro, eu entrei, fechei a porta e me sentei no divã, confesso que sempre foi um fetiche meu transar em um divã! Porem não seria possível que meu fetiche fosse realizado aquele dia, já que eu iria copular com uma cadela (rs) e não com um psiquiatra.
Eu tenho um brinquedo que é meu preferido, um chicote com um pênis de 18 cm na ponta, que funciona como plug, foi ele que eu levei para “adestrar” minha cadela. Eu tirei a roupa dele e de mim apenas meu sapato e meu sinto, assim ele estaria muito mais “vulnerável” que eu, e eu então conseguiria por-me em uma posição de superioridade sobre meu “animal” a ser adestrado.
Simulação
“Cadela, cheire os pés do seu dono”. Essa foi à ordem, imaginei que ele gostaria de fazer isso (como os cachorros), eu estava certo!
“Cadela, lamba meus pés”. Essa foi à segunda ordem, e ele começou a abanar o rabinho (genial), enquanto lambia e chupava meus pés. Nessa hora eu me empolguei um pouco, comecei a entender o jogo, e enfiei os cinco dedos do pé na boca dele e adivinhem? Ele teve uma ereção.

No decorrer do ato, eu usei o chicote como coleira, dei voltinhas pelo consultório, mas não deixei que ele urinasse na mobília no passeio (fetiches a parte, seria mancada com os móveis de procedência italiana). Eu ordenava que ele rolasse, e ao invés de pedir patinha eu pedia boquinha! Ele tinha como prêmio pelo bom comportamento o meu pinto duro para mamar (afinal a cadela era filhote nessa situação), o premio final por toda a sessão de adestramento muito bem sucedida, para ele foi uma leitada na boca (nessa hora ele me pareceu um bezerro), e para mim o prêmio foi ganhar uma nova cadelinha com a cara do GuGu <3.