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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Egg pleasure ( prazer em ovos?)

hoje vou relatar um conto nada erótico, envolvendo ovos e uma suspeita despedida de solteiro.


Ainda não encontrei com efeito uma palavra para representar "O homem que gozava em ovos". Fica mais fácil compreender, se eu expor o dia em que sai do bar, deixando sentados ali os meus amigos, para me aventurar em uma foda que talvez (ou com certeza)tenha sido a mais louca da minha vida.
Aconteceu o seguinte, o cara em questão me falou que gostaria de uma despedida de solteiro, já que ele assumiria um contrato matrimonial em poucas semanas. O que eu não imaginava é que o sujeito pretendia fazer dessa despedida um ritual infantilizado com direito à merengue e ovos! Eu havia aceitado comemorar tal despedida, mas não sabia que teria que quebrar 48 ovos nele.
Não faço segredo à minha inclinação à novas experiências, e não é da minha alçada reprimir as vontades sexuais dos meus parceiros, então me esforcei para que sua despedida de solteiro fosse como planejada.
Me ocorreu de relatar essa experiência, durante a leitura de " A história do olho" um conto de George Bataille, bastante violento e escancarando, no maior estilo Sade. No conto uma das personagens (Simone) desenvolve a mania de quebrar ovos com o cu, durante as contrações anais causadas pelo orgasmo, após introduzir os ovos no orifício. Os ovos no cu eram o motivo do orgasmo.
Não sei se o Edu ( estava evitando revelar o nome) leu o conto, ou se pegou essa referência de outro lugar, mas para mim foi inevitável relacionar ele à personagem Simone.
O Edu havia me explicado: " é uma tradição entre os meus chegados na infância e na adolescência, quebrar ovos uns nos outros, seja lá qual for a ocasião". Não sei se deveria acreditar, mas deixo para nós o benefício da dúvida.
Voltando ao ocorrido, ele escolheu um quarto de motel com banheira, propositalmente, eu só tomei consciência de que não era 1 ovo e sim 2 cartelas, quando ele abriu o porta malas, já na garagem do motel.
Eu achei estranho, mas enfim, achei que era melhor par ele faltar do que sobrar. Calado subi ao quarto e começamos a nos esfregar, bem não vou narrar o sexo, pois não se trata de um conto erótico. O fato é que depois do sexo oral ele me convidou para ir ao banheiro, achei que ia rolar um sexo na banheira ou um golden shower, aham! Sabe de nada inocente. O Edu entrou na banheira e me disse para pegar os ovos, pediu então para que eu os rachasse antes de quebra-los totalmente no seu corpo. Como eu disse, não reprimi suas vontades, quebrei 24 ovos nele, já estava ficando chato, ai ele disse acho melhor usar o merengue! Hahahahahahaha! Ai gente! Eu perguntei se ele queria virar um bolo.
Após quebrar mais ou menos outros 10 ovos, notei que a masturbação dele estava frenética, e de repente, boom! Explode em meio aquela melequeira de ovos na banheira, jorros de porra. Eu fiquei indignado, sem reação, achei que aquilo era um divertimento ( um pouco excessivo) e não o motivo de prazer dele.
Daí, hoje ele me chamou por skype e eu perguntei como andava o casamento( pois desde aquele dia não mais me interessei em sair com ele). Ele me disse que, bem... Queria relembrar a nossa farra.
Bitch please! Preciso que alguém me explique dessa vez, por que para os ovos eu não tenho uma explicação.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Voyeur (relaxe, observe e goze)

Voyeurismo é a pratica sexual onde se sente prazer em observar pessoas nuas intencionalmente, ao se vestir ou ao se despir, mas o babado é muito mais certo quando a galera está trepando, dizem que s´é voyeur quado quem é observado, não está sabendo disso (eu acho que não procede). 




Geralmente o voyeur vem acompanhado de masturbação, a prática assim como a maioria das que eu já citei aqui no blog só é considerado paráfilia quando é a unica atividade sexual da pessoa em questão.
No geral o voyeur é uma prática bastante comum, a maioria das pessoas sentem prazer em assistir ao ato sexual de outras pessoas, não é atoa que a industria pornô fatura horrores, e os motéis tem espelho nas paredes e no teto, de fato eu também acho uma prática bastante excitante, já observei muito e confesso, é babado.



Me lembro de uma certa festa da qual participei, foi um mènage à quatre (dois meninos e duas meninas) <3. Na realidade era uma reunião de amigos, estávamos ao som do violão, uma super vibe, e eu já tinha bebido muito, eramos mais ou menos 11 pessoas na festa, não me recordo quando foi que apareci no quarto e começou o quatre, me lembro apenas de que os quatro bêbados em questão não lembraram de fechar a janela, o resultado foi  a festa inteira no maior Voyeurismo enquanto os quatro bêbados arrasavam na cama (rysos). Os envolvidos vão me odiar ao ler isso.

Não preciso nem indicar um voyeur pra galera, aposto que todo mundo sabe muito bem o prazer que a prática pode dar. 

terça-feira, 8 de abril de 2014

Visita ao Psiquiatra ( vulgo cadela)

Aos 14 anos eu conheci uma linda garota, sim, uma linda e doce garota!
Bem, ela foi minha primeira namorada, iniciamos nossas vidas sexuais juntos. Lembro-me nitidamente de uma transa específica, onde no ato, já posicionada de quatro sobre a cama ela se olhou no espelho e disse para si mesma: Fica de quatro sua cadela (?). Foi muito repentino, confesso que achei engraçado, mas também achei genial a maneira como se colocaram as palavras, para dizer a verdade essas palavras mágicas que posteriormente me seriam muito úteis.
Foi após me tornar garoto de programa que me recordei dessa singela frase “fica de quatro cadela”, e percebi o quão impactantes essas palavras podem ser para algumas pessoas.
Vou falar especificamente do meu cliente psiquiatra que é a cara do Gugu Liberato, o psiquiatra cadela é como o chamo carinhosamente, me procurou a fim de propor uma relação de dominação, onde eu seria seu dono e ele minha cadela, e obviamente eu aceitei.
Na nossa primeira sessão eu me lembrei das palavras mágicas e foi assim que o psiquiatra se tornou minha cadela. Fica de quatro cadela! Foi dessa maneira que eu me apresentei, assim que ele abriu a porta do consultório.
O mais engraçado é que ele obedeceu, na porta do consultório ele se pôs de quatro, eu entrei, fechei a porta e me sentei no divã, confesso que sempre foi um fetiche meu transar em um divã! Porem não seria possível que meu fetiche fosse realizado aquele dia, já que eu iria copular com uma cadela (rs) e não com um psiquiatra.
Eu tenho um brinquedo que é meu preferido, um chicote com um pênis de 18 cm na ponta, que funciona como plug, foi ele que eu levei para “adestrar” minha cadela. Eu tirei a roupa dele e de mim apenas meu sapato e meu sinto, assim ele estaria muito mais “vulnerável” que eu, e eu então conseguiria por-me em uma posição de superioridade sobre meu “animal” a ser adestrado.
Simulação
“Cadela, cheire os pés do seu dono”. Essa foi à ordem, imaginei que ele gostaria de fazer isso (como os cachorros), eu estava certo!
“Cadela, lamba meus pés”. Essa foi à segunda ordem, e ele começou a abanar o rabinho (genial), enquanto lambia e chupava meus pés. Nessa hora eu me empolguei um pouco, comecei a entender o jogo, e enfiei os cinco dedos do pé na boca dele e adivinhem? Ele teve uma ereção.

No decorrer do ato, eu usei o chicote como coleira, dei voltinhas pelo consultório, mas não deixei que ele urinasse na mobília no passeio (fetiches a parte, seria mancada com os móveis de procedência italiana). Eu ordenava que ele rolasse, e ao invés de pedir patinha eu pedia boquinha! Ele tinha como prêmio pelo bom comportamento o meu pinto duro para mamar (afinal a cadela era filhote nessa situação), o premio final por toda a sessão de adestramento muito bem sucedida, para ele foi uma leitada na boca (nessa hora ele me pareceu um bezerro), e para mim o prêmio foi ganhar uma nova cadelinha com a cara do GuGu <3.