quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Aquele dedinho de prosa ( ele pediu dedinho, e agora?)

Talvez o dedinho, seja o assunto mais polêmico que eu já tenha ouvido das minhas amigas heterossexuais. Algumas já vieram me contar bêbadas que o parceiro havia pedido um dedinho carinhoso no ânus, e o mais surpreendente é o fato delas terem aceitado o desafio com naturalidade.

É mais comum do que se pensa, existe por ai uma quantidade relevante de homens que se masturbam estimulando o furico, não somente homossexuais como se pode imaginar, assim como homens que dentro de uma relação mais intima conseguem sair do armário e pedir à parceira esse estímulo.

Nem todo mundo leva suas neuroses para o sexo, e esses conseguem desfrutar de mais prazer, tenho inclusive uma amiga que comia o companheiro dela com uma sinta caralha e inclusive amava a inversão de papéis, ela me relatou esse relacionamento como sendo o mais prazeroso, onde ela mais se descobriu e teve suas vontades atendidas, isso mostra o quão natural pode ser essa prática. Ao contrário do que prega nossa sociedade machista, o fato do homem sentir prazer no estímulo anal não é nem de longe sinônimo de homossexualidade latente, isso pois, a próstata como todos deveriam saber, proporciona prazer ao ser estimulada, se as mulheres não tem próstata e gostam, por que os caras não vão? A questão ai é, se permitir ou se reprimir em nome da moral e dos bons costumes (lê-se machismo), pois é muito incômodo para um homem se colocar na posição de submisso, sexualmente falando, pois não existe daí submissão ao se dar o cu, a menos que a proposta seja essa.


Os homens precisam se permitir, é garantia de uma boa experiência (caso o cara não passe cheque), pois é unânime, não conheço alguém que tenha dado o cu e não tenha repetido ( tendo oportunidade), inclusive tem gente que opta por inserir o cu como local oficial das cópulas. Os homens devem se desviar desse machismo latente, para que suas parceiras não reproduzam tais posições, assim homens, começaremos a nos livrar das repressões que nós mesmos criamos.


É difícil desconstruir padrões né? Pois é, mas esse é o caminho. Para quem pensar sobre o assunto fica o link para comprar sua cinta-peniana e também um video do Caio Blat se rendendo ao poder feminino.

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